Enfia esse seu eu no cú e quando você voltar a ser aquela tempestade deliciosa, aí sim. Aí sim a gente se entende. Porque eu quero estar me molhando da cabeça aos pés segurando um guarda-chuva imaginário de proteção falha enquanto o seu furacão me leva e me balança e me bate contra a parede. Eu quero estar no meio, indefesa, irremediável, enquanto sinto todos os destroços de qualquer coisa batendo em mim, com tanto que você esteja comigo, de mãos dadas, ou sem, mas com tanto que você esteja comigo. Desse jeito, tempestade.
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Não fala nada.